Sobre
“A cidadania se faz com o conhecimento dos direitos e a coragem de exercê-los.” inspirado no pensamento de Eunice Prudente sobre coragem no exercício da cidadania.

Sheila Ribeiro
Advogada em Direito Médico e da Saúde
OAB/SP 447.871
“Compromisso com uma advocacia técnica e estratégica voltada ao acesso à saúde.“
A atuação jurídica é orientada pelo compromisso de transformar negativas em acesso efetivo ao tratamento.
Atuo em Direito Médico e da Saúde porque acredito que o acesso a tratamentos essenciais não pode depender de negativas abusivas ou interpretações que violam direitos fundamentais.
Defesa de mulheres contra negativas abusivas de planos de saúde, com atuação técnica voltada ao atendimento do tratamento indicado.
Defendo mulheres que enfrentam negativas de cobertura por planos de saúde, especialmente em tratamentos e medicamentos de alto custo, procedimentos ginecológicos e obstétricos, e situações em que a urgência do tratamento não pode esperar.
Minha atuação é pautada na análise técnica do contrato, da prescrição médica e das diretrizes da ANS, sempre com foco na reversão da negativa e no acesso ao tratamento prescrito pelo médico.
Formação e Atuação Institucional
Formação contínua e atuação institucional voltadas à produção técnica e à defesa do acesso à saúde.

Formação Acadêmica
- Pós-graduação em Direito Digital e Proteção de Dados – EBRADI
- Pós em Direitos Humanos e Lutas Sociais – UNIFESP
- Bacharel em Direito – UNIP
Formação jurídica direcionadas ao fortalecimento técnico.

Atuação Institucional
Comissões OAB/SP:
- Direito Médico e da Saúde
- Igualdade Racial
- Mulheres Advogadas
Espaços de produção técnica, debate jurídico e construção de políticas voltadas à defesa de direitos.
Porque atuar em Direito Médico e da Saúde
Escolhi atuar em Direito Médico e da Saúde porque é uma área onde a urgência do direito encontra a urgência da vida..
Uma negativa de tratamento oncológico, de cirurgia essencial ou de medicamento de alto custo não é apenas uma questão contratual – é sobre dignidade, sobre dor, sobre tempo que não volta.
Mulheres, especialmente mulheres negras, enfrentam barreiras que vão desde a negativa de procedimentos ginecológicos até a invisibilização sistemática de suas dores e necessidades. É por isso que meu foco está na defesa de quem historicamente teve seu acesso à saúde negado ou precarizado.
A atuação nas comissões da OAB/SP aprofunda meu compromisso com uma prática jurídica que reconhece as desigualdades de gênero e raça como determinantes do acesso à saúde.
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